quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

BEIRAS 12 DE FEVEREIRO DE 2014

APETECIA-ME DIZER “PUTA DE VIDA…MAS NÃO DIGO”

ALTÍSSIMO – Não sei o que ainda fazes na cama, mas bom motivo não é de certeza.
AMIGO – Pois não. Foi um fim-de-semana desastroso. Perdi dois AMIGOS. Quando assim é a coisa complica-se.
ALTÍSSIMO – Tenho ideia de quem são. Apareceram-me aqui os dois, um a seguir ao outro e, coisa curiosa, disseram-me que te conheciam. Foi Pedro que me chamou a atenção.
AMIGO – Pedro? Mas que tem Pedro a ver com isso?
ALTÍSSIMO – Porventura, não sabes tu que é Pedro que “tem a mania” que é ele que abre todas as portas? Se ele fechasse as torneiras é que era obra! Mas coitado, não chega a tudo e vocês aí em baixo é que sofrem!
AMIGO – Mas chamou-te a atenção, porquê?
ALTÍSSIMO – Coisa rara, rara mesmo, nem eu me lembro da última vez que isso aconteceu. Os teus dois AMIGOS vinham escoltados por um sem número de ANJOS. Como se na terra, na tua terra, não houvesse quem lhes “chegasse aos calcanhares”! Engraçado – que para ti não tem graça nenhuma – é que eles chegaram com um pequeno intervalo de tempo! Daí talvez a tua tristeza e amargura,não?
AMIGO – Podes ter a certeza que não há “gente como essa”! Ou pensas TU que sabes tudo, que vês tudo, que percebes tudo? Olha que às vezes parece que andas distraído. E a tristaza é grande, sim. Nem tu calculas quanto. Ou calculas?
ALTÍSSIMO – Calculo, calculo. Faço-ME é de distraído. Anda por aí uma malta “armada em cão com pulgas” a fazer mal a muita gente. Olha que não me está a agradar nada!
AMIGO – Vamos ao que interessa e não TE distraias. Os meus dois JORGES, o Santos e o Lemos, chegaram aí. Já sabes o que lhes vais dar para fazer? Sim, que no CÉU “entraram de calcanhar”! Ou há dúvidas?
ALTÍSSIMO – Não comeces com esse teu mau feitio militante. Se vieram escoltados por tantos ANJOS, é porque são pessoas de bem. Nem PEDRO se atreveu a questionar. Essas avaliações não delego a ninguém. A responsabilidade é toda minha.
AMIGO – Agora é que não percebo. Se eram “gajos do melhor que há”, porreiríssimos, que ajudavam o próximo, se eram Amigos do seu Amigo, porque partiram tão cedo?
ALTÍSSIMO – Não queiras “dar um passo maior do que a perna”! EU cá sei porque vieram e nada mais há a dizer. “Há perguntas que não se fazem, e respostas que não se dão”! Trata de perceber “lá” isso que não te posso explicar!
AMIGO – Pronto, pronto, não TE aborreças. Trata-os bem, porque foi o que eles andaram a fazer uma vida inteira.
ALTÍSSIMO – Quanto a isso não te apoquentes. Sei bem o que fizeram por aí. A forma como “lidavam” com as pessoas, o gentil que eram com toda a gente, “a palavra” de ânimo que tinham para todos. Isso é algo que aqui valorizamos muito. Quem anda sempre aos gritos acaba mal, parece-me!
AMIGO – Ai a TI parece-te? E quem tem certezas? Eu? Não me faltava mais nada…TU aí e eu aqui? Deixa-TE de brincar com coisas sérias. Sim, que de vez em quando, dá-TE para a brincadeira. Meio agarotado!
ALTÍSSIMO – Olha o respeito.
AMIGO – Deixa-me brincar um bocado contigo. Não leves tudo tão a sério. Ainda te dá uma “coisinha má” e nós ficamos desamparados!
ALTÍSSIMO – Ai não ficam não, porque estou atento o suficiente.
AMIGO – Já agora, que bem pergunte: e cá o “je” quando é que me “mandas para ao pé de TI”?
ALTÍSSIMO – Estás doido? Nem penses nisso. Recebi ainda não há muito tempo uma petição que dizia: “esse gajo tem de ficar lá por baixo mais algum tempo. Enquanto os chateia a eles, não vem rezingar cá para cima”! E olha que estou tentado a aceitá-la!
AMIGO – Aceita, aceita, que não te vais arrepender! Digo eu. Mas entretanto, senta esses dois a TEU lado. Olha que “ficas bem servido”. É gente boa, do melhor que há. E já agora, vai olhando cá por baixo. Põe mão nisto, em todo o mundo, porque parece que a loucura se apoderou da malta toda.
ALTÍSSIMO – Gosto de vocês, acredita e, fica ciente, que os teus dois JORGES já estão ao meu lado a fazer-te caretas!
AMIGO – Garotossssssssss. Estão bem uns para os outros!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

BEIRAS DIA 05 DE FEVEREIRO DE 2012

DOIS NUM SÓ. OU MAIS. MAIS VALE SÓ

Quando soube que se iria realizar em Coimbra um debate sobre a praxe académica, decidi que não estava disponível para, nem assistir, nem participar. Seria dar legitimidade a um programa mal engendrado!
Queria deixar só este parágrafo para dar testemunho do nojo que já sinto pelo tema. Mais nojo ainda, começo a sentir por aquelas mães, com letra pequena, que, ao invés de se recolherem em memória dos filhos, “andam em bicos de pés” a mostrar-se em tudo o que é televisão.
Vivemos num “Estado de Direito”. Se tal assumimos, não faz sentido o folclore com que temos sido brindados. A justiça está encarregue de tratar do assunto, delicado, muito delicado até, porque jovens perderam a vida por uma estupidez e anormalidade militante.
Assisto estupefacto às mais variadas especulações sem nenhum sentido de responsabilidade. Parece-me mesmo que, por esse efeito, os portugueses abandonaram a “casa dos segredos” e a “dentes à chuva”, para se dedicarem à praia do Meco.
Este é o País que temos. Estes são os portugueses que temos, fruto de inconsequentes reformas educativas, que não formativas. Estamos entregues a uma bicharada escarafunchosa, de onde ressaltam alguns meios de comunicação social que vivem da mentira, do logro e da especulação.
Enquanto houver Meco, mães manhosas, jornais e tvs à procura do fácil e não óbvio, vamos assistir a festarolas a toda a hora. Lamentavelmente, aqui há de tudo como na botica!
Lamento pelos miúdos, eram mesmo miúdos, porque só eu também sei o que sofro e o que me preocupo quando o “manholas” sai de casa! Somos todos assim. Uns mais do que outros. Não há diferenças, sejam pobres, ricos ou remediados!
Coimbra não é comparável. Não é igual nem semelhante. É única. Por isso afirmamos, contra o desejo de alguns… somos diferentes.
Por não carecer de demonstração, a nossa verdade é a verdade. Quem não gostar que se dane.
Acabem com a imitação do traje de Coimbra. Acabem com as serenatas por esse país fora, porque Sé Velha só há uma. Parem de cantar o Mondego e o Choupal.
No Porto, Lisboa, Minho, Aveiro, Vila Real, Viseu, Castelo Branco, Covilhã, Guarda, Faro, etc, cantem o “trai trai olaré trai trai, foi à moda do meu Pai” e deixem a Coimbra o que é genuinamente de Coimbra.
Sejam felizes, alegres e contagiantes. Portugal precisa de jovens que lutem pelos seus direitos e pelo seu País. Portugal não precisa de fotocópias de Coimbra, mas originais de grande qualidade.
Está na hora dos jovens de Portugal, dos estabelecimentos de ensino superior, serem eles mesmo.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Jantar de Reconhecimento

A reconhecer os treinadores que trouxeram para Coimbra os maiores êxitos, é um acto de justiça. Desejar que façam parte de um novo projecto para o basquetebol distrital, é não só um imperativo técnico como um imperativo ético.Já basta o país não encontrar nos mais velhos, por mais experientes, nada para a sua valorização.

O basquetebol de Coimbra, distrital, não se pode dar ao luxo de prescindir de muita experiência e conhecimento acumulados.Mais do que um jantar de reconhecimento pela obra feita e legada, é um sinal claro que contamos com todos para o futuro... porque o nosso futuro é hoje!

Aos que já não estão entre nós, o reconhecimento foi pela sua dedicação à nossa causa, porque a nossa memória não é curta.

Deste feito, os treinadores reconhecidos foram:

Adriano Baganha,
Carlos Portugal,
Fausto Pereira,
Alberto MArtins,
Alfredo Robado,
João Penicheiro,
Luciano Amaral.
























Taça Distrital Sub 16 Masculino


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

METRO MONDEGO

Os líderes - leia-se "intervenientes" - na defesa do Metro Mondego, comportaram-se, não como políticos mas como sindicalistas. O resultado está à vista!

Com política, pura e dura, talvez os cidadãos da Lousã e Miranda do Corvo consigam a inversão desta decisão pouco consistente.

Luís Antunes e Miguel Batista conhecem bem os problemas e saberão corrigir os processos.
Governo não prevê a construção da linha da Lousã. Só a linha do Minho.
Lamentavelmente